Para Edificar…

Deus tem nos ministrado todo Domingo no templo, onde temos sido desafiados a VIVER o evangelho de forma prática, ou seja, a ser nesta vida quem realmente somos, NOVA CRIATURA em Cristo Jesus e não o que já fomos um dia…

Logo, gostaria de desafiá-los a meditar um pouco sobre Um alerta a dubiedade existencial , que está baseado no texto de Ap 3.1-6. 1ª Parte. 

A história da igreja de Sardes tem muito a ver com a história de sua cidade. A glória de Sardes estava em seu passado. Sardes foi a capital da Lídia no século VII a.C, e viveu seu tempo áureo nos dias do rei Creso. Era uma das cidades mais magníficas do mundo nesse tempo.

Quando o apóstolo João escreveu esta carta, Sardes era uma cidade rica, mas totalmente degenerada. Sua glória estava no passado e seus habitantes entregavam-se aos encantos de uma vida de luxúria e prazer. A igreja tornou-se como a cidade. Em vez de influenciar, foi influenciada. Era como sal sem sabor ou uma candeia escondida. É exatamente neste contexto que vemos Jesus enviando esta carta à igreja. Sardes era uma poderosa igreja, dona de um grande nome. Uma igreja que tinha nome e fama, mas não vida. Tinha desempenho, mas não integridade. Tinha obras, mas não dignidade. Aos olhos dos observadores parecia ser uma igreja viva e dinâmica. Tudo na igreja sugeria vida e vigor, mas a igreja estava morta. Era uma espiritualidade apenas de rótulo, de aparência. A maioria de seus membros ainda não eram convertidos. O diabo não precisou perseguir essa igreja de fora para dentro, ela já estava sendo derrotada pelos seus próprios pecados. Afinal, onde reina a morte pelo pecado, não há morte pelo martírio, ou seja, não há necessidade de ataques externos, pois o maior inimigo é o que está dentro.

Quando Jesus examinou a igreja mais profundamente, disse “não achei as tuas obras integras diante do meu Deus” (v.2). A reputação da igreja era diante dos homens e não diante de Deus. A fama diante dos homens nem sempre é glória diante de Deus. O cristianismo daquela igreja era apenas de nome. Seus membros pertenciam apenas ao rol da igreja, mas não à Cristo. Seus nomes constavam no livro de membros da igreja, mas não no livro da vida. Fisicamente vivos, espiritualmente mortos. Cantavam hinos de adoração, mas a mente estava longe de Deus. Pregavam com ardor, mas apenas para exibir sua cultura. A intenção do coração havia se esvaído, a motivação com que faziam as coisas, era errada.

É possível que continuemos a fazer a obra do Senhor, porém não mais com a intenção ou a motivação correta. É possível que iniciemos um ministério com a presença de Deus, com sua benção e aprovação, mas com o passar do tempo, continuemos a fazer a mesma coisa, porém, agora, sem sua presença, benção e aprovação. Isso porque, perdemos a essência, a intenção inicial foi alterada, a motivação correta se esvaiu de nossas vidas. Estamos vivendo uma dubiedade existencial, uma desconexão, uma desconstrução do caráter cristão. O mundo e as coisas da vida nos desviaram do foco.  Parecemos uma coisa, mas na realidade somos outra totalmente diferente.  Para Deus, não conta o que fazemos, mas a motivação e intenção com que fazemos. Posso iniciar dando água ao sedento e continuar por anos a fio fazendo a mesma coisa, porém, sem a intenção inicial. Antes, dava água por conta do próximo, contudo agora, dou água por meu prestigio. Antes minha motivação era saciar a sede do sedento. Todavia, agora faço isso para ser visto por todos como alguém de bom coração. Antes buscava a glória para Deus, agora, busco-a para mim mesmo. Não parei de fazer, ainda faço. Mas agora, só de aparência.

Jesus nos dá um alerta urgente: “arrepende-te!” (v.3). Pois, quem vive para este mundo, não tem seu nome escrito no livro da vida. Todavia, quem morre para este mundo, tem seu nome escrito no livro do céu.

Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo

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QUE TODOS CELEBREM A VERDADEIRA PÁSCOA, JESUS

A data é símbolo, não de chocolates, porém de libertação da escravidão do pecado. É comum associar a Páscoa a ovos de chocolate e coelho, mas seu significado é diferente do que as lojas costumam mostrar. A Bíblia Sagrada revela que o evento teve início quando Deus ordenou as primeiras comemorações ainda no Egito. Durante vários anos os hebreus foram submetidos a trabalhos forçados no Egito e passaram por diversas dificuldades. Como escravos, eles sequer tinham direito à própria vida. Eles ainda experimentaram a dor de terem seus filhos arrancados de seus braços por ordem do Faraó e lançados ao Rio Nilo para morrerem (Ex 1:22). Mas depois de serem severamente castigados por Deus através de Moisés e Arão (Ex 3:20) culminando na morte de todos os primogênitos egípcios, Faraó se rende ao poder de Javé (YHVH) e permite a Israel sair do Egito (Ex 12:30-33).

É nesse período que o Senhor ordena aos filhos de Israel que comemorassem a Páscoa. Quando Deus enviou o anjo “destruidor” para eliminar os primogênitos da terra do Egito, os israelitas estavam em suas casas. As ordens divinas eram que cada família tinha que tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia 14 do mês de Abibe (Abril). Apenas famílias menores podiam repartir um cordeiro entre si. A partir de então, os hebreus passaram a oferecer o sacrifício como uma forma de comemorar sua libertação do Egito; com exceção do primeiro, que foi um sacrifício eficaz (prefigurando o de Cristo Jesus).

Parte do sangue do animal deveria ser aspergido nas duas ombreiras e na verga da porta; então quando o anjo “destruidor” passasse por aquela casa e visse o sinal de sangue, aquela família seria poupada da morte (Ex 12:23). O Novo Testamento esclarece que as festas judaicas “são sombras das coisas futuras” (Cl 2:16,17; Hb 10:1) e o Senhor Jesus é o próprio Cordeiro de Deus, “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29), que morreu na cruz e derramou seu sangue para o perdão dos pecados dos homens que o recebem como Salvador e Senhor.

Creio que podemos aproveitar a oportunidade para fazer um breve estudo do plano de redenção, visto que é nesse contexto teológico que essas verdades precisam ser entendidas.

A necessidade do sacrifício de Jesus é uma decorrência da justiça de Deus. Foi Deus mesmo quem disse que “a alma que pecar, essa morrerá”, e que “o salário do pecado é a morte”. No jardim do Éden, Deus deixou claro ao “primeiro Adão” que sua desobediência o levaria à morte. Assim como um juiz humano não pode fazer justiça inocentando um ladrão e liberando-o do cumprimento de sua pena, da mesma forma, o Deus Justo não poderia inocentar nem reaproximar de si o pecador sem que a pena (no caso, de morte) fosse cumprida. Quem peca merece morrer, e a justiça de Deus faz com que essa exigência deva ser cumprida rigorosamente.

No entanto, Deus não é apenas justiça. Entre seus atributos divinos também encontramos a misericórdia, a compaixão, a bondade e o amor (entre outros). E esses atributos o levaram a querer buscar o pecador condenado. Contudo, precisamos lembrar que, mesmo sendo amoroso, Deus jamais deixa de ser justo.

Em sua sabedoria infinita, e movido por seu infinito amor, Deus encontrou uma maneira de resgatar os pecadores sem abrir mão de sua justiça. Essa solução foi à expiação vicária, ou seja, o pagamento da dívida mediante a morte de um substituto inocente, no lugar do pecador culpado. Deus resolveu aceitar que o castigo da morte recaísse sobre um inocente que se apresentasse para morrer em lugar do pecador (esse inocente era Jesus).

Esse plano de redenção era anunciado nos dias do Antigo Testamento através do sistema sacrificial, que teve início como vimos acima. Nesse sistema, o pecador levava até o altar um animal inocente, designado por Deus, sem defeito, sobre o qual o pecador impunha as mãos numa simbólica “transferência” de pecados. Esse animal era sacrificado “em lugar” do pecador, que, expressando obediência e fé em seu ato sacrificial, realizado conforme as estipulações divinas, era aceito por Deus (Antiga Aliança).

Esses sacrifícios transitórios apontavam para o sacrifício definitivo de Jesus Cristo, onde também haveria um inocente, sem defeitos, designado por Deus para morrer em lugar do pecador. Todos esses sacrifícios do Antigo Testamento eram insuficientes, pois a própria escritura nos assegura no livro aos Hebreus, que “o sangue de touros e bodes não removem pecados”. Nem poderiam remover, pois, na matemática divina, um boi não vale o mesmo que um homem, e a satisfação que a morte de um boi pode conseguir é insuficiente para assegurar o perdão de um ser humano. Para que o sacrifício “quitasse” a dívida de um homem pecador, era necessário que fosse sacrificado um homem inocente.

Evidentemente, não existia sobre a face da terra nenhum homem inocente. “Não há justo, nem um sequer”; “todos pecaram e carecem da glória de Deus”, diz as Escrituras. Então, foi necessário que o próprio Deus se fizesse homem, na pessoa de Jesus, para nascer sem pecado, inocente. Como foi o segundo homem a nascer sem pecado, Jesus é chamado de “o segundo Adão”. O primeiro Adão, embora criado sem pecado, desobedeceu, e mereceu a morte. O segundo Adão, Jesus, teve uma vida de obediência perfeita, e foi completamente inocente diante de Deus. O segundo Adão fez o que o primeiro não fez – obedeceu. Assim, Ele poderia morrer em lugar de outro ser humano, para que o Deus Justo, vendo cumprida a pena de morte sobre um inocente substituto, pudesse reaproximar de si o homem pecador.

Matematicamente, entretanto, ainda parece permanecer um outro dilema: Não seria necessário que vários homens inocentes fossem sacrificados para que vários homens pecadores pudessem ser recebidos diante de Deus? Aparentemente, sim! No entanto, não podemos nos esquecer de que Jesus não era um homem comum: Ele era (e ainda é, e sempre será) o próprio Deus, na pessoa do Filho. Sendo assim, sua morte é suficiente para salvar todos aqueles por quem Ele morreu.

As pessoas por quem Jesus morreu serão ressuscitadas com Ele. Serão novamente imortais como foi o primeiro Adão. Mas não terão como o primeiro Adão teve, a possibilidade de pecar. O primeiro Adão fez o caminho da Queda – possuiu a liberdade e fez por merecer sua condenação. Nós fizemos o caminho contrário – nascemos condenados e, por meio de Jesus, recebemos libertação. Nisso, somos diferentes do primeiro Adão – ele foi criado perfeito, nós nos tomamos perfeitos por causa da obra de Cristo. Nesse sentido, somos uma “nova criação”, uma “segunda raça”, haja vista que nascemos de novo em Cristo (I Co 5:17). Jesus foi o primeiro dessa nova raça, pois Ele experimentou a morte e já tem seu corpo glorificado. Ele é o primeiro a ter experimentado a morte e ter recebido um corpo glorificado, e por isso ele é o primogênito, ou seja, Ele tem a primazia em tudo. A raça nova que ele inaugura é de pessoas santificadas, não nascidas sem pecado, como a primeira raça, e por isso mesmo pertencentes a uma ordem diferente da do primeiro Adão (Nova Aliança).

Esclarecida a questão do plano de redenção, entendemos que para nós cristãos, a páscoa possui um rico simbolismo profético, pois fala de Cristo e sua morte na cruz para salvar a humanidade da condenação do pecado. A Páscoa é sinônimo de vida, pois ao terceiro dia Jesus ressuscitou dentre os mortos. Este evento comprova que Ele é realmente o Filho de Deus (Jo 10:17,18; Rm 1:4) e garante a eficácia de sua morte redentora ( Rm 6:4; I Co 15:17). Esse é o sentido da verdadeira Páscoa! JESUS!

Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo

1º Aniversário e Filiação UIECB – Palavra do Pastor

cartaz1ano_webANIVERSÁRIO DA IEC VALE ENCANTADO

Ao aproximar-se a data do nosso primeiro aniversario como Igreja, tenho constantemente em minha mente e em meu coração a seguinte canção:

“Parece um sonho, MIL MOTIVOS para glorificar… Quando o Senhor esta presente aqui e o seu perfume exala em nosso meio. Faltam palavras para expressar a gratidão, de sorriso então se enche os nossos lábios e a nossa língua de Louvores. Pois outrora éramos escravos, prisioneiros do pecado e sem perdão, mas agora somos livres do poder das trevas da escuridão. E agora vives para sempre em nossos corações, ansiosos esperamos sua volta para louvarmos o seu nome em Sião.” Grupo Hagios – Mil Motivos

Enquanto aqui estamos, louvaremos seu augusto nome, celebrando com muita alegria e gratidão, todas as dádivas recebidas, no templo de nossa igreja. E para isso, estendemos carinhosamente o convite a você e sua família. Venha comemorar conosco este ano de existência e celebrar a Cristo…

… A Deus toda Glória !

Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo

Nova Logo IEC Vale Encantado

DEFINIÇÃO DA NOVA LOGOMARCA DA IEC VALE

A perspicuidade de nossa Logo expressa o que há de tão surpreendente por trás da Cruz de Cristo. A Cruz é para muitos, desde o tempo passado, um objeto de vergonha e opróbrio; mas para nós significa, esperança pela redenção e vida abundante pela remissão, mediante o sangue que por Jesus Cristo foi vertido em nosso favor. Como podemos ver, é o amor de Deus nosso Pai que esta por trás da Cruz de Cristo, expressando sua misericórdia e super abundante graça salvifica. Essa mesma Cruz pelo qual Cristo morreu por sua igreja, é composta de seis módulos que juntos representam a unidade de seu povo como membros de seu corpo, e vislumbra a santidade e pureza que seu sangue nos proporciona, representada pela cor branca. Outrossim, aparece na mesma proporção silábica da palavra I G R E J A. Quanto porém a tipografia, temos centralizado a palavra de ordem – CONGREGACIONAL, que segue representada por fonte tipográfica conceitualmente tradicional, expressando a firmeza de nossa denominação Histórica. Junto a ela, segue nossa designação (a cima) e localidade (a baixo), aqui representada por uma fonte tipográfica moderna, que nos associa a uma igreja jovem e contemporânea. Assim sendo, desejamos expor através de nossa marca visual, as verdades indubitaveis de Deus, nossa base solida denominacional e a jovialidade de uma igreja contemporânea.

Criação: Leandro Macêdo | macedo4design.com

Colaboração: Doglas Oliveira | doglasgamedesigner.wordpress.com

Definição/Defesa: Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo | ceduazevedo@gmail.com

QUE TODOS CELEBREM A VERDADEIRA PÁSCOA, JESUS

A data é símbolo, não de chocolates, porém de libertação da escravidão do pecado. É comum associar a Páscoa a ovos de chocolate e coelho, mas seu significado é diferente do que as lojas costumam mostrar. A Bíblia Sagrada revela que o evento teve início quando Deus ordenou as primeiras comemorações ainda no Egito. Durante vários anos os hebreus foram submetidos a trabalhos forçados no Egito e passaram por diversas dificuldades. Como escravos, eles sequer tinham direito à própria vida. Eles ainda experimentaram a dor de terem seus filhos arrancados de seus braços por ordem do Faraó e lançados ao Rio Nilo para morrerem (Ex 1:22). Mas depois de serem severamente castigados por Deus através de Moisés e Arão (Ex 3:20) culminando na morte de todos os primogênitos egípcios, Faraó se rende ao poder de Javé (YHVH) e permite a Israel sair do Egito (Ex 12:30-33).

É nesse período que o Senhor ordena aos filhos de Israel que comemorassem a Páscoa. Quando Deus enviou o anjo “destruidor” para eliminar os primogênitos da terra do Egito, os israelitas estavam em suas casas. As ordens divinas eram que cada família tinha que tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia 14 do mês de Abibe (Abril). Apenas famílias menores podiam repartir um cordeiro entre si. A partir de então, os hebreus passaram a oferecer o sacrifício como uma forma de comemorar sua libertação do Egito; com exceção do primeiro, que foi um sacrifício eficaz (prefigurando o de Cristo Jesus).

Parte do sangue do animal deveria ser aspergido nas duas ombreiras e na verga da porta; então quando o anjo “destruidor” passasse por aquela casa e visse o sinal de sangue, aquela família seria poupada da morte (Ex 12:23). O Novo Testamento esclarece que as festas judaicas “são sombras das coisas futuras” (Cl 2:16,17; Hb 10:1) e o Senhor Jesus é o próprio Cordeiro de Deus, “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29), que morreu na cruz e derramou seu sangue para o perdão dos pecados dos homens que o recebem como Salvador e Senhor.

Creio que podemos aproveitar a oportunidade para fazer um breve estudo do plano de redenção, visto que é nesse contexto teológico que essas verdades precisam ser entendidas.

A necessidade do sacrifício de Jesus é uma decorrência da justiça de Deus. Foi Deus mesmo quem disse que “a alma que pecar, essa morrerá”, e que “o salário do pecado é a morte”. No jardim do Éden, Deus deixou claro ao “primeiro Adão” que sua desobediência o levaria à morte. Assim como um juiz humano não pode fazer justiça inocentando um ladrão e liberando-o do cumprimento de sua pena, da mesma forma, o Deus Justo não poderia inocentar nem reaproximar de si o pecador sem que a pena (no caso, de morte) fosse cumprida. Quem peca merece morrer, e a justiça de Deus faz com que essa exigência deva ser cumprida rigorosamente.

No entanto, Deus não é apenas justiça. Entre seus atributos divinos também encontramos a misericórdia, a compaixão, a bondade e o amor (entre outros). E esses atributos o levaram a querer buscar o pecador condenado. Contudo, precisamos lembrar que, mesmo sendo amoroso, Deus jamais deixa de ser justo.

Em sua sabedoria infinita, e movido por seu infinito amor, Deus encontrou uma maneira de resgatar os pecadores sem abrir mão de sua justiça. Essa solução foi à expiação vicária, ou seja, o pagamento da dívida mediante a morte de um substituto inocente, no lugar do pecador culpado. Deus resolveu aceitar que o castigo da morte recaísse sobre um inocente que se apresentasse para morrer em lugar do pecador (esse inocente era Jesus).

Esse plano de redenção era anunciado nos dias do Antigo Testamento através do sistema sacrificial, que teve início como vimos acima. Nesse sistema, o pecador levava até o altar um animal inocente, designado por Deus, sem defeito, sobre o qual o pecador impunha as mãos numa simbólica “transferência” de pecados. Esse animal era sacrificado “em lugar” do pecador, que, expressando obediência e fé em seu ato sacrificial, realizado conforme as estipulações divinas, era aceito por Deus (Antiga Aliança).

Esses sacrifícios transitórios apontavam para o sacrifício definitivo de Jesus Cristo, onde também haveria um inocente, sem defeitos, designado por Deus para morrer em lugar do pecador. Todos esses sacrifícios do Antigo Testamento eram insuficientes, pois a própria escritura nos assegura no livro aos Hebreus, que “o sangue de touros e bodes não removem pecados”. Nem poderiam remover, pois, na matemática divina, um boi não vale o mesmo que um homem, e a satisfação que a morte de um boi pode conseguir é insuficiente para assegurar o perdão de um ser humano. Para que o sacrifício “quitasse” a dívida de um homem pecador, era necessário que fosse sacrificado um homem inocente.

Evidentemente, não existia sobre a face da terra nenhum homem inocente. “Não há justo, nem um sequer”; “todos pecaram e carecem da glória de Deus”, diz as Escrituras. Então, foi necessário que o próprio Deus se fizesse homem, na pessoa de Jesus, para nascer sem pecado, inocente. Como foi o segundo homem a nascer sem pecado, Jesus é chamado de “o segundo Adão”. O primeiro Adão, embora criado sem pecado, desobedeceu, e mereceu a morte. O segundo Adão, Jesus, teve uma vida de obediência perfeita, e foi completamente inocente diante de Deus. O segundo Adão fez o que o primeiro não fez – obedeceu. Assim, Ele poderia morrer em lugar de outro ser humano, para que o Deus Justo, vendo cumprida a pena de morte sobre um inocente substituto, pudesse reaproximar de si o homem pecador.

Matematicamente, entretanto, ainda parece permanecer um outro dilema: Não seria necessário que vários homens inocentes fossem sacrificados para que vários homens pecadores pudessem ser recebidos diante de Deus? Aparentemente, sim! No entanto, não podemos nos esquecer de que Jesus não era um homem comum: Ele era (e ainda é, e sempre será) o próprio Deus, na pessoa do Filho. Sendo assim, sua morte é suficiente para salvar todos aqueles por quem Ele morreu.

As pessoas por quem Jesus morreu serão ressuscitadas com Ele. Serão novamente imortais como foi o primeiro Adão. Mas não terão como o primeiro Adão teve, a possibilidade de pecar. O primeiro Adão fez o caminho da Queda – possuiu a liberdade e fez por merecer sua condenação. Nós fizemos o caminho contrário – nascemos condenados e, por meio de Jesus, recebemos libertação. Nisso, somos diferentes do primeiro Adão – ele foi criado perfeito, nós nos tomamos perfeitos por causa da obra de Cristo. Nesse sentido, somos uma “nova criação”, uma “segunda raça”, haja vista que nascemos de novo em Cristo (I Co 5:17). Jesus foi o primeiro dessa nova raça, pois Ele experimentou a morte e já tem seu corpo glorificado. Ele é o primeiro a ter experimentado a morte e ter recebido um corpo glorificado, e por isso ele é o primogênito, ou seja, Ele tem a primazia em tudo. A raça nova que ele inaugura é de pessoas santificadas, não nascidas sem pecado, como a primeira raça, e por isso mesmo pertencentes a uma ordem diferente da do primeiro Adão (Nova Aliança).

Esclarecida a questão do plano de redenção, entendemos que para nós cristãos, a páscoa possui um rico simbolismo profético, pois fala de Cristo e sua morte na cruz para salvar a humanidade da condenação do pecado. A Páscoa é sinônimo de vida, pois ao terceiro dia Jesus ressuscitou dentre os mortos. Este evento comprova que Ele é realmente o Filho de Deus (Jo 10:17,18; Rm 1:4) e garante a eficácia de sua morte redentora ( Rm 6:4; I Co 15:17). Esse é o sentido da verdadeira Páscoa! JESUS!

Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo

A VERDADEIRA BENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO

 

Vamos teologar em II Coríntios 8.1-4
  1. Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia;
  2. porque no meio de muita prova de tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles superabundou em grande riqueza da sua generosidade.
  3. Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários,
  4. pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos.

A luz destas verdades divinas, Paulo nos ajuda a identificar como devemos fazer nossas ofertas e contribuições ao Reino de Deus. É-nos lícito, que nossa contribuição não deve ser com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama quem dá com alegria (II Co 9.7). Entretanto, podemos aprender aqui com as orientações do apóstolo a igreja de corinto, mediante o grande exemplo das igrejas da Macedônia, quando o mesmo os faz conhecer a graça que o próprio Deus havia manifestado a estes irmãos (v.1).

Esta graça de Deus é manifestada na alegria e generosidade dos Macedonicos em contribuir e ofertar, independente das dificuldades e adversidades que estavam enfrentando. Observe você que o texto relata em primeiro lugar, as circunstâncias em que eles estavam atravessando, ou seja, porque no meio de muita prova de tribulação, bem como a profunda pobreza deles, não os impediu de manifestaremabundância de alegria, superabundando em grande riqueza da sua generosidade (v.2).

Nisto aprendemos em primeiro lugar, que nossa oferta bem como nossa contribuição para o Reino de Deus deve ser com alegria e generosidade, independente das circunstâncias, das lutas, das tribulações, da pobreza, das provações que estamos atravessando. Isso porque, ninguém é demasiadamente pobre que não possa ofertar com alegria e generosidade a Deus, que não olha para o valor e sim para a intenção do coração e sua sinceridade. Observamos que a alegria dos irmãos estava pautada no Senhor, isto é, em tê-lo como seu maior bem, e em nenhum momento nas circunstâncias da vida. Isso também nos ensina que não devemos ser influenciados pela situação, ou seja, se vai tudo bem eu estou bem, se vai tudo mal eu estou mal. Devemos entender que nossa alegria não depende da ocasião e sim da plena certeza da presença e do poder de nosso Deus e Pai em nossas vidas.

João Calvino entende que pelo termo alegria, Paulo quer dizer “o conforto espiritual pelo qual os crentes são sustentados nas aflições”. Diz ele, “o ímpio ou ilude-se a si mesmo com consolações vazias, evitando o pensamento do mal e recreando sua mente com vagas meditações, ou se entrega completamente a tristeza, deixando-se submergir nela; mas os crentes meditam em suas próprias aflições, esperando uma ocasião propícia para alegrarem-se”, conforme lemos em Romanos 8.28.

Notemos também que podemos ser liberais mesmo quando mergulhados na mais terrível dificuldade e carência, quando suprimos a deficiência de nossos bolsos pela generosidade de nossos corações.

Esta graça de Deus também é manifestada na abundância e voluntariedade dos Macedonicos em contribuir e ofertar, pois eles não apenas davam com generosidade, mas também com sacrifício (v.2), pois ofertavam não apenas segundo suas posses, mas voluntariamente ofertavam acima delas (v.3).

Aprendemos em segundo lugar, que nossa oferta bem como nossa contribuição para o Reino de Deus deve ser com abundancia e voluntariamente, não da sobra, ou do que não nos custe nada, nem tão pouco por obrigação, porém com amor, como um sacrifício agradável a Deus, sim voluntariamente, depositando no altar uma oferta ao Senhor, como aroma suave a subir até suas narinas.

William Hendriksen escreve que Paulo não poderia ter tributado melhor louvor aos doadores. Os donativos são “aroma de suave perfume”, uma oferenda apresentada a Deus, grata e muito agradável a ele.

João Calvino aplica o termo aqui referido de “liberalidade”, e essa, espontânea; que é posto por ele, como “o oposto de mesquinhez”. Pois, diz ele, “o que nos torna mais avarento do que deveríamos é o fato de que somos demasiadamente precavidos, imaginando e olhando demais para os prováveis perigos que nos poderão ocorrer; e, por isso, nos tornamos excessivamente cautelosos e cuidadosos, calculando muito petulantemente quanto precisamos para toda a vida e quanto perdemos, quando uma porção mínima é tirada de nós. Mas aquele que depende da benção do Senhor tem seu espírito livre dessas preocupações ridículas, enquanto, ao mesmo tempo, tem suas mãos livres para a prática da beneficência.”

Esta graça de Deus continua sendo manifestada em favor dos Macedonicos no intenso desejo e na compreensão do privilégio de serem cooperadores de Deus, no tocante a contribuir e ofertar, pois eles ofertavam não apenas para Paulo, o plantador da igreja, mas também para irmãos pobres que eles jamais tinham visto; pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos (v.4), assim entendiam que graça é favor imerecido e por tanto, para eles isso consistia em um grande privilégio junto a Deus, em favor do Reino.

Aprendemos em terceiro e último lugar, que nossa oferta bem como nossa contribuição para o Reino de Deus deve ser compreendida como uma grande dádiva, haja vista que não somos merecedores de cooperarmos com o dono do ouro e da prata, pois tudo vem de suas mãos, inclusive o nosso sustento (I Cr 29.11-14). Todavia, movidos por ardentes desejos de alegria generosa e liberalidade espontânea, devemos procurar ansiosamente, metodicamente e de forma comedida, participar da contribuição e das ofertas, a fim de que a obra progrida em favor daqueles que proclamam, bem como dos que serão alcançados pelo evangelho de nosso Redentor e Salvador Jesus Cristo. Indubitavelmente, isto é algo aprazível ao Deus da Glória.

João Calvino é pertinente quando nos afirma: “visto que nosso Pai celestial nos concede todas as coisas por sua soberana graça, devemos ser imitadores de sua graciosa benevolência, praticando também atos de bondade em favor de outrem; e, em razão de nossos recursos virem dEle, não somos mais que despenseiros dos dons de sua graça.”

Podemos assim concluir, que é um grande privilégio para nós sermos participantes desta graça bendita, contribuindo com alegria, generosidade, abundância e voluntariamente para o sustento do obreiro, bem como para expansão do Reino de Deus. Essa é a verdadeira benção da contribuição.

Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo

Retrospectiva Artigos 2011

Preocupações? (18/05/11)

A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. (Provérbios 31.25).

Não há pessoa em todo o mundo que possa se vangloriar de nunca ter tido qualquer preocupação, e tais quase sempre difíceis de carregar.  É nesse momento que nossas emoções ficam desequilibradas, e ficam em jogo a paz e a segurança, e ficamos com a sensação de que fomos dominados elas e confundimos nosso raciocínio.

Isso é muito perigoso, cuidado! O resultado é irritabilidade, irracibilidade e mal humor, e até mesmo isolamento. A bíblia nos ensina a sermos amáveis com todos sempre que depender de nós, e cuidarmos do nosso interior. Entrega ao Senhor todas as sua preocupações, com certeza vai estar em boas mãos.

By: Presbítero Heleonato Gobbo—IEC Vale Encantado


Por que Orar! (5/6/2011)

Todavia, as notícias a respeito dele se espalhavam ainda mais, de forma que multidões vinham para ouvi-lo e para serem curadas de suas doenças. Mas Jesus retirava-se para lugares solitários, e orava”. (Lucas 5. 15,16)

“Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou apóstolos” (Lucas 6.12,13).

Jesus orava. Não somente isso, ele teve uma vida de oração. Ele não orava de qualquer jeito. Se observarmos todo o Evangelho, vemos que Jesus sempre dedicava um período de tempo especial para conversar com o Pai. Um dos textos bíblicos acima diz que Ele “se retirava para lugares solitários”, assim, se fosse preciso ele ia para o monte passar a noite orando.

O interessante é: Por que ou pra que Jesus orava tanto? Ele fazia isso para saber do Pai quais atitudes, decisões e escolhas certas que Ele deveria ter. Ele precisava disso? Não. Afinal, ele também é Deus. Mas Ele agiu assim para eu e você aprendermos com o exemplo dele e para sabermos que é isso que Ele espera de mim e de você.

Nos textos acima, há dois exemplos de situações em que Jesus se retirou para orar. Primeira, quando ele foi procurado pela multidão e segunda, quando ele foi escolher seus doze discípulos. Essas, além de outras passagens bíblicas que relatam orações de Jesus, provam que antes de cada decisão e de cada obra que Ele fez aqui na Terra, ele buscou a direção do Pai.

Quantas vezes, em nosso dia a dia, nós tomamos decisões no impulso, sem consultar a Deus e o deixamos de lado? Essa palavra veio tocar o meu coração, porque me lembrei das muitas vezes em que fiz isso. Às vezes fico exausta tentando fazer as coisas darem certo do meu jeito, sem pedir a direção do Pai.

A Bíblia diz em Romanos 12.2 que “a vontade de Deus é boa perfeita e agradável”. E tenho comprovado que isso é verdade, pois todas as vezes que oro a Ele e peço Sua direção, as coisas acontecem de uma maneira que notoriamente eu não faria sozinha.

Precisamos nos lembrar que Deus se lembra de nós todos os dias. Ele está disposto a nos ajudar em todas as nossas escolhas, sejam elas quais forem: no trabalho; em casa; na escolha de amigos; nos relacionamentos entre casais, sejam casados ou namorados; na vida financeira. Enfim, Deus nos conhece por inteiro e tem o melhor para tudo em nós. Se o buscarmos em oração, ele certamente nos atenderá. Pois Jesus disse: “Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido.” (João 15.7)

Fiquem na paz de Cristo, até a próxima!

By: Josiane Daniel (IEC Vale)


A Honra de Ser Mãe (8/5/2011)

“Adão deu à sua mulher o nome de Eva, pois ela seria mãe de toda a humanidade” Gênesis 3.20

Hoje celebramos um dia especial em homenagem às mães, que mais que ninguém, merecem mesmo que se celebre um dia em sua honra.

Certa vez, uma mãe sentindo um esgotamento físico e emocional, foi se consultar com um terapeuta. E logo que a mãe terminou de descrever como ia a sua vida, o terapeuta resumiu a história desse modo: “Toda pessoa possui 100% de energia; e a senhora investe 50% de suas energias no trabalho, e 50% em seu marido, e outros 50% em seus filhos. Essa é a questão!”.

A mãe está sempre fazendo mais… pena que o mundo atual não respeita o grande papel das mães. Todavia, Deus dá grande honra em ser mãe e Deus também convoca a todos a que honrem às mães. (…)

Um famoso pregador, de outra geração, teve quatro filhos, e todos também se tornaram pregadores. Já imaginou como devia ser o jantar na casa dele? Em certa ocasião, um visitante perguntou a um dos filhos quem era o melhor pregador da família, imaginando que o famoso pai fosse o indicado. Porém, sem pensar muito, o filho respondeu: “É minha mãe”

Você que é mãe tem uma grande oportunidade: a de pregar os princípios de Deus com sua vida, com seu exemplo e com seus conselhos à sua família.

Mãe: Deus a honrará por fazer isso.

By: Pr Walter Pacheco da Silveira


Firmes para Sua glória! (17/4/2011)

“Alguns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, o nosso Deus. Eles vacilam e caem, mas nós nos erguemos e estamos firmes.” Salmo 20.7-8

“Davi é conhecido por ser um homem “segundo o coração de Deus” (Atos 13.22), mas também foi um grande guerreiro que confiava piamente no Senhor e sempre o consultava para saber como proceder. É importante ressaltar que a confiança de Davi não estava em si mesmo, mas no Senhor. Igualmente devemos expressar tal segurança no Senhor, pois Ele tem cuidado de nós a cada dia. Como exemplo, temos os testemunhos dos nossos irmãos da Igreja Perseguida, que perseveram até em meio às ameaças, medos e prisões, mesmo que lhes custe a vida. O Senhor cumpre a sua palavra, nos dá força e está conosco não importam as circunstâncias. Ele nos mantêm firmes para a sua glória. Aleluia!”

As palavras acima são de Carla Priscilla Silva da Missão Portas Abertas, uma instituição de apoio aos irmãos que vivem em locais onde não há liberdade de culto e de pregação do evangelho. Diante disso, temos que dar graças ao Senhor todos os dias pelas lutas que passamos, porque apesar de tudo somos livres para adorá-lo. E seguirmos o exemplo de Davi e desses irmãos perseguidos: confiarmos no Senhor em qualquer circunstância e permanecermos firmes na presença dele.

By: Josiane Daniel (IEC Vale)


O cuidado de 
Deus (27/3/2011)

“Deus faz os dias bons e os maus para que o homem aprenda a depender só Dele!” Recebi essa frase em um e-mail, e vi que o que ela diz é verdade. Quando tudo vai bem, tendemos a nos tornar auto-suficientes e confiarmos somente em nossa própria força. Por isso, o Senhor permite “o dia mal”, porque somente podemos nos livrar dele, reconhecendo nossa dependência de Deus.

É como diz em Jó 36.15: “Mas Deus nos ensina por meio do sofrimento, e usa a aflição para abrir os nossos olhos.” (NTLH). Mas Deus não é nenhum malvado que fica só mandando aflições para nós. Provérbios 3:12 diz que “o Senhor corrige quem ele ama, assim como um pai corrige o filho a quem ele quer bem”. Ele nos corrige por amor, mesmo que seja necessário nosso sofrimento. Isso é meio complicado de entender, porque nossa visão é limitada. Deus enxerga além, ele nos ensina hoje para que o sofrimento não seja maior no futuro. E da mesma forma que ele permite o sofrimento, ele também provê o alívio: “Deus fere, mas ele mesmo faz o curativo; ele machuca, mas suas mãos curam”. (Jó 5.18 – NTLH).

É isso aí, se você está “em um dia mau”, meu irmão, para e pensa na sua vida. Por mais estranho e difícil que seja, mesmo que não exista um motivo aparente para o momento que você está vivendo, tem sempre alguma coisa pra gente aprender nessa hora. Então aproveita a oportunidade, ora e pede pra Ele te mostrar, talvez ele queira apenas te ensinar a confiar e ser dependente dele.

By: Josiane Daniel (IEC Vale)


Prazer em estar na casa de Deus (20/03/2011)

“Como eu amo o teu Templo, ó Senhor Todo-Poderoso! Como eu gostaria de estar ali! Tenho saudade dos pátios do Templo de Deus, o SENHOR. Com todo o meu ser, canto com alegria ao Deus vivo. Ó SENHOR Todo-Poderoso, meu Rei e meu Deus, perto dos teus altares os pardais constroem o seu ninho, e as andorinhas fazem a sua casa, onde cuidam dos seus filhotes. Felizes são os que moram na tua casa, sempre cantando louvores a ti! Felizes são aqueles que de ti recebem forças e que desejam andar pelas estradas que levam ao monte Sião! Quando eles passam pelo Vale das Lágrimas, ele fica cheio de fontes de água, e as primeiras chuvas o cobrem de bênçãos. Enquanto vão indo, a força deles vai aumentando; eles verão o Deus dos deuses em Sião. Escuta a minha oração, ó SENHOR, Deus Todo-Poderoso! Ouve-me, ó Deus de Jacó! Ó Deus, abençoa o nosso protetor, o rei que tu escolheste! É melhor passar um dia no teu Templo do que mil dias em qualquer outro lugar. Eu gostaria mais de ficar no portão de entrada da casa do meu Deus do que morar nas casas dos maus. O Senhor Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom. Ó SENHOR Todo-Poderoso, como são felizes aqueles que confiam em ti!” (Salmo 84 – NTLH)

O salmista diz que ama estar no Templo do Senhor. Naquela época, o Templo ficava em Jerusalém, e as pessoas de todo o país de Israel tinha que viajar até lá para ir à Casa de Deus; por isso, ele se queixa de saudades do Templo. Hoje, temos o templo perto de casa e podemos ir quantas vezes quisermos, mas não valorizamos isso. O salmista diz no v. 10: “É melhor um dia no Teu templo, do que mil dias em qualquer outro lugar”. Nós, muitas vezes trocamos um dia no templo por qualquer outra coisa: um indisposição, uma festa, um passeio, tarefas seculares (trabalho, escola), aquela preguiça; ou então nós até vamos ao Templo, mas o pensamento está em outro lugar. v. 11: “O Senhor Deus é a nossa luz e nosso escudo. Ele ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom”. Nós não precisamos gastar o tempo de estar na presença de Deus fazendo ou pensando outra coisa, porque tudo o que temos para fazer foi Ele quem deu, e se escolhermos sua presença em primeiro lugar, Ele certamente nos dará condições de cumprir as outras atividades. Devemos glorificar a Deus pelo templo onde nos reunimos, pois é um lugar separado para os encontros da igreja, sendo portanto, a Casa de Deus e devemos sentir prazer em estar ali.

By: Josiane Daniel (IEC Vale)


Especial de Aniversário (27/02/2011)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

Muitas pessoas vêem Deus como um ser superior, distante, ao qual fazem suas petições quando precisam e que está pronto pra nos castigar quando vacilamos. Mas o texto acima, que está na Bíblia em João 3.16, diz que “Deus amou o mundo de tal maneira…”

e eu pergunto: é possível amar tanto alguém e manterse tão distante? A Bíblia também diz que “Deus é amor” (I João 4.16), a essência e a perfeição do amor estão em Deus, Ele não só ama como é o amor. Se você ama alguém, você gosta de ficar perto dessa pessoa, conviver com ela e é prazeroso agradá-la. Então, o que pensar de um Deus que é amor e que expressou esse amor pelo mundo, inclusive por você e por mim, de tal maneira?

Deus espera que estejamos perto dele, que sejamos seus amigos e tenhamos um relacionamento de amizade com Ele. Jesus disse aos discípulos, e isso vale para nós hoje: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15. 13 a 15); e isso somente é possível quando confessamos Jesus como nosso Senhor e Salvador e acreditamos e aceitamos o sacrifício do qual fala o texto inicial.

Negar o sacrifício de Cristo é rejeitar o amor de Deus e abrir mão de uma vida plena, ainda aqui nesse mundo, e também na eternidade, que só Ele pode nos dar. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10) E esse amor é tão perfeito que ele não é imposto a ninguém, cada um de nós é livre para aceitá-lo ou não. Ninguém tem o direito de tomar essa decisão por você. Eu já fiz minha escolha, e aceitei a Cristo como Salvador. E você o que quer para sua vida? Qual sua escolha?

By: Josiane Daniel (IEC Vale)


A Graça Salvadora de Deus (20/02/2011)

“Pois Deus revelou a sua graça para dar a salvação a todos. Essa graça nos ensina a abandonarmos a descrença e as paixões mundanas e a vivermos neste mundo uma vida prudente, correta e dedicada a Deus, enquanto ficamos esperando o dia feliz em que aparecerá a glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Foi ele quem se deu a si mesmo por nós, a fim de nos livrar de toda maldade e de nos purificar, fazendo de nós um povo que pertence somente a ele e que se dedica a fazer o bem”. (Tito 2.11-14)

Muitas pessoas olham para nós, cristãos, e não compreendem o nosso modo de vida. Olham para nós e não entendem como nós podemos viver longe de coisas que, para eles, são essenciais, e mesmo assim sermos felizes. Na verdade, o que todas as pessoas sempre buscam nessas tais coisas, é algo que possa dar-lhes sentido de vida. E esse algo, nós temos.

A bíblia diz que Deus revelou sua graça para nos dar a salvação, e salvação para nós significa vida, e essa vida é Jesus.

Quando permitimos que Jesus entre em nossas vidas e permitimos que ele faça morada em nós, o Senhor nos enche com seu Espírito Santo, que nos ensina a viver de acordo com a vontade de Deus. Realmente, é algo inexplicável, só quem vive isso consegue saber como é. E quando o Espírito Santo passa a habitar em nós, as coisas do mundo vão perdendo o sentido, e aos poucos, não sentimos mais falta delas (v.12).

A nossa razão de vida passa a ser Deus. Trabalhar na obra dele e buscar uma vida de santidade se torna um prazer, mesmo que para isso tenhamos que passar por momentos difíceis. Afinal, Jesus sofreu e deu a sua vida para que cada um de nós possa viver. Infelizmente, muitos não aceitam isso. Mas Deus é tão maravilhoso que nos deu a liberdade de escolher. Nenhum de nós pediu que Jesus morresse, mas por amor a nós ele fez isso. E através desse sacrifício, Deus nos dá uma chance, nos oferece vida! Quem escolher aceita-la, receberá pela graça de Deus, basta crer.

By: Josiane Daniel (IEC Vale)


Felicidade (13/02/2011)

“O Senhor dos Exércitos, como é feliz aquele que em ti confia!” Salmos 84.12

Felicidade não é meramente um sucesso ou um sentimento de autorrealização. Como o dicionário Houaiss indica, é “contentamento, satisfação” e, como a Bíblia nos ensina por meio deste salmo de Davi, é fruto de nossa confiança no Senhor. Confiança e felicidade andam juntos, porém isso não significa que haverá ausência de dores e sofrimentos. Pelo contrário, como o próprio Senhor nos ensina: seremos perseguidos, oprimidos, odiados por amor a Ele. Mas vale a pena manter a fé e é aí que aprendemos com nossos irmãos perseguidos. Eles enfrentam qualquer coisa para ter uma Bíblia, para poder conhecer mais do Senhor. Eles sofrem duras consequências por amar a Cristo e se dizem felizes por conhecê-lo. O que conforta a todos nós é saber que essa felicidade é tão real e permanente quanto o amor do nosso Salvador. Não se trata de mais ou menos afrontas, mas de confiar naquele que é fiel. Confie no Senhor, pois nele está a verdadeira felicidade!

By: Missão Portas Abertas


Aproveite a Fervura (06/02/2011)

“…a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança…” (Tg 1:3)

“Um filho queixou-se ao pai sobre sua vida e sobre como as coisas estavam difíceis para ele”. Parecia que, assim que um problema estava resolvido, outro surgia logo a seguir. Então o pai cozinhou umas cenouras, uns ovos e fez um café; chamou o filho para a mesa e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Notou que as cenouras estavam macias. Pediu-lhe que pegasse num ovo e que o quebrasse. Foi novamente obedecido. Depois de retirar a casca, verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, pediu-lhe que tomasse um pouco de café. Ele sorriu ao sentir o seu aroma delicioso e o maravilhoso sabor.

O pai, então, explicou-lhe que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrou forte, firme e inflexível. Mas, depois de ter sido submetida à fervura, amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. A sua casca havia protegido o líquido interior. Mas, depois de terem sido colocados na água fervente, o seu interior tornou-se mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, havia mudado inclusive a água, além de ficar muito melhor. Qual deles é você? – perguntou ao filho. Quando a adversidade bate à tua porta, como respondes? És uma cenoura, um ovo ou o pó de café?

A cenoura parece forte, mas com a dor da adversidade murcha e se torna frágil, perdendo sua força. O ovo, que era maleável, se deixa endurecer. A sua casca parece a mesma, mas por dentro se mostra agora inflexível. Já o pó de café, quando entra em contato com a fervura, altera a cor e o sabor da água. “E o mais impressionante é que, quanto mais quente estiver a água, mais saboroso se torna o café.”

Todos nós passamos por fervuras em nossas vidas. Jesus não iludiu ninguém quanto a isso. Ele disse: “no mundo tereis aflições”. Mas ele disse também que estaria conosco todos os dias, inclusive dentro da fornalha.

Então o importante é não ficarmos lamentando o calor e sim aproveitarmos esses breves momentos de tribulação e nos tornarmos pessoas ainda melhores.

By: Pr. Gerson Moura Martins (IEC Água da Vida — RJ)


O bom tesouro (23/01/2011)

Certa vez um jovem chega até Jesus e lhe faz uma pergunta: Mestre o que fazer para receber a vida eterna?

Talvez pensasse que Jesus viria com coisas impossíveis de se fazer, algo mirabolante, algo que exigisse uma força extraordinária, mas não, simplesmente Jesus Falou: – guarda os mandamentos ( Mt 19.17). Aí o jovem lhe diz: – isso eu já faço e faz uma nova pergunta: Que me falta ainda? E esta resposta de Jesus muda a história deste rapaz – Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-me (Mt 19.21). Pronto acabou a alegria, a prepotência do rapaz, seu mundo caiu. O que? Dá todo o meu tesouro? Isso não! É meu! Não divido com ninguém.

É isso que muitas vezes acontece conosco, cumprimos todos os mandamentos, mas quando se fala de nossos tesouros guardados… E são estes tesouros guardados que tem feito muitas pessoas se perderem pelo caminho. Você meu amigo, meu irmão, tem algum tesouro guardado?

Tem algo que não queira dividir com alguém?

Que não sejamos como este rapaz, precisamos ser pessoas que saibam compartilhar, dividir, viver num mundo em que o maior tesouro que alguém queira ter é Jesus no coração. Esse sim é o maior tesouro, o tesouro que vai ficar pra sempre.

E escrevendo estas linhas vem a minha mente o corinho que o Pastor David gosta muito:

“Eu tenho um tesouro Eu tenho sim

Eu tenho um tesouro dentro de mim

Esse meu tesouro tem muito valor

Esse meu tesouro é Jesus Cristo meu Salvador!”

Que Deus nos abençoe!

By: Pr Sylvio Sampaio


Entregando nossos temores (16/01/2011)

… Tantas lutas, tantas dores, num deserto pareço estar … Quando falamos de lutas, dores, deserto, isso tudo nos traz medo, inclusive o novo traz um pouco de medo. Jesus é a nossa salvação – Sl 27.1-2

… Mas te entrego meus temores, sei que em Ti Senhor posso confiar. Os que confiam no Senhor … Sl 125. … Quero trazer a memória àquilo que me dá esperança… lembre-se Jesus está com você e é Ele que nos dá garantia de dias melhores.

… Como é bom pertencer a um Deus de amor … não esqueça você é: “nação santa, sacerdócio real, povo de propriedade exclusiva de Deus (1ª Pd 2.9).

Eu descanso em Ti, eu espero em Ti… Vou usar uma frase da obreira Talita: “quando tento carregar tudo com minhas próprias mãos, eu perco tudo, mas se coloco tudo nas mãos de Deus não perco nada.”

Vamos tentar? Não importa o que venha pela frente, não importa as nossas limitações, não importa se ainda somos poucos…

O que importa de verdade é que Deus, o nosso Deus está conosco e com Ele somos mais que vencedores! Rm 8. 37-39.

Vamos entregar nossos temores?

By: Pr Sylvio Sampaio