Para Edificar…

Deus tem nos ministrado todo Domingo no templo, onde temos sido desafiados a VIVER o evangelho de forma prática, ou seja, a ser nesta vida quem realmente somos, NOVA CRIATURA em Cristo Jesus e não o que já fomos um dia…

Logo, gostaria de desafiá-los a continuar meditando um pouco sobre sermos Imitadores de Deus em Cristo! , que está baseado no texto de Ef 5.3-14. 2ª Parte

O apóstolo passa do autosacrifício, para a autoindulgência. A ordem “andai em amor” é seguida da condenação da perversão do genuíno amor. A final, os crentes são santos (5.3b) e não pecadores, pois pecador é aquele que anda na prática do pecado e santo aquele que foi separado para andar como filho da luz e ser luz (5.8; Mt 5.16; 7.20). Paulo, ao tratar do assunto santidade, menciona os pecados dos quais é preciso fugir: “Mas a fornicação, e todo tipo de impureza ou cobiça, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos; Nem conversação torpe, nem palavras vãs, nem gracejos obscenos, coisas essas inconvenientes; pelo contrário, ações de graças” (5.3,4). Esses pecados estão ligados a dois grupos: Pecados do sexo (5.3) e pecados da língua (5.4). Os pecados do sexo não devem estar presentes na vida dos cristãos. A infidelidade conjugal e os relacionamentos ilícitos ainda faziam parte na vida de muitos dentro da própria igreja. Eles ainda não haviam abandonado estas práticas do velho homem e por isso precisavam se despir destes trapos imundos. Os pecados da língua também não devem estar presentes na nova vida dos crentes. Conversas que entorpecem e contaminam o coração dos irmãos contra outros, não devem fazer parte do vocabulário dos servos de cristo. Nem palavras obscenas. Contar piadas obscenas, imorais ou mesmo fofocas que geram discórdia, coisas essas inconvenientes, diz Paulo, não são apropriadas para uma vida de santidade. Porque somos a nova sociedade de Deus, devemos adotar padrões novos e porque decisivamente nos despojamos da velha vida e nos revestimos da nova vida devemos usar roupas apropriadas, brancas e limpas, lavadas no sangue do cordeiro (Ap 7.13-17).

Paulo acrescenta mais dois incentivos à santidade: 1º no futuro, isto é, ele alerta para a certeza do juízo divino (5.5-7). Devemos abster-nos da imoralidade, porque nosso corpo foi criado por Deus, é unido a Cristo e é habitado pelo Espírito. 2º no passado e no presente, isto é, a diferença do que éramos e do que somos agora, luz no Senhor (5.8-12).  Três são as responsabilidades decorrentes do conceito de que somos “luz no Senhor”. A saber, temos que andar como filhos da luz (v.8); devemos produzir frutos luminosos (9,10); e temos que reprovar as obras infrutíferas das trevas (11); as obras das trevas são indizivelmente más, pois é vergonhoso até mesmo mencionar as coisas que eles fazem às escondidas (12). Paulo conclui dizendo que o pecado não pode ficar em oculto diante da luz (13) e que a luz revela a nossa atual condição, ou seja, em Adão ela é descrita em termos de sono, de morte e de trevas. Cristo liberta-nos de tudo isso. A conversão imediata a Ele não é nada menos que despertarmos do sono, ressuscitarmos dentre os mortos e sermos trazidos das trevas para a Luz de Cristo (14).

Pr. Carlos Eduardo dos Santos Azevedo

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